Blog da ACC Fisioterapia

Reabilitação vestibular no tratamento de Labirintite

10/05/2012

Atualmente a queixa de vertigem ou tontura é muito comum. A tão conhecida “labirintite” pode representar 300 tipos de problemas com aproximadamente 2.000 causas clínicas.

O sistema essencial para nosso senso de equilíbrio e movimento é chamado vestibular e as alterações neste sistema podem promover sintomas como tontura, visão borrada, desequilíbrio e náuseas.

O tipo e severidade dos sintomas variam bastante de acordo com cada tipo de desordem vestibular. Estes sintomas podem ser assustadores e difíceis de descrever. As pessoas que possuem tontura e/ou desequilíbrio podem relatar dificuldades de atenção, cansaço, ansiedade. Podem ter problemas de concentração, de realizar atividades rotineiras e até mesmo apresentar dificuldades para levantar da cama.

Um tratamento atualmente utilizado por fisioterapeutas é a reabilitação vestibular, que consiste na realização de exercícios que podem reduzir e até mesmo eliminar os sintomas de tontura e desequilíbrio associados à uma desordem vestibular.

O uso de exercícios vestibulares possuem eficácia bem documentada na literatura mundial. São realizadas manobras na cabeça do paciente a qual chamamos de manobras de reposição canalítica e/ou liberatórias. Já foi provado que estas manobras são mais eficazes que medicamentos ou qualquer outro tipo de exercício.

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Ombro congelado e fisioterapia

10/04/2012

O “ombro congelado” começa com uma inflamação do ombro,ou seja, uma bursite .À medida que a doença avança o ombro diminui os movimentos, pois a cápsula da articulação diminui de tamanho (capsulite) apertando o osso nela contido.

Os pacientes progridem de uma fase de rigidez matinal, acompanhada de dor e perda progressiva do movimento do ombro para uma fase de “descongelamento” com diminuição do desconforto associado a uma melhora lenta da movimentação da articulação.

Geralmente o processo leva de 6 meses a 2 anos ou mais para recuperar a lesão, nesse período a maioria dos pacientes sofre de dor leve porém constante e déficit de funcionalidade do braço.

Os movimentos mais difíceis de serem realizados pelos pacientes são, geralmente, erguer o braço acima da cabeça ou coçar as costas, as mulheres relatam muita dificuldade de abrir e fechar o sutiã.

Indica-se a fisioterapia como tratamento, realizando inicialmente procedimentos para alívio de dor, e logo em seguida exercícios  e mobilizações para ganho de amplitude articular.

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Síndrome do Manguito Rotador e a Intervenção do Pilates

25/08/2010
O manguito rotador (MR) é o principal grupo muscular responsável pela movimentação do ombro, além de atuar na estabilização e força do mesmo. Esse grupo de músculos escapuloumerais é composto pelo supra-espinhoso, infra-espinhoso, redondo menor e subescapular; os quais se unem em um único tendão para então se inserir nos tubérculos do úmero.
A Síndrome do Manguito Rotador (SMR) se refere a qualquer enfermidade inerente a este grupo muscular. Fatores intrínsecos ou principalmente os extrínsecos, como os traumas, ao MR podem conduzir à lesões com diferentes graus, que vai desde um simples edema até a uma ruptura (um ou vários músculos do MR) – parcial ou total.
A mais comum é a Síndrome do Impacto (SI) – ou tendinite do MR – normalmente em decorrência de traumas. Pode ser aguda ou crônica e ter ou não depósito de cálcico tendíneo. É típica a ocorrência de dor ao abduzir o braço, desde o início do movimento ou após uma determinada angulação.
A sobrecarga sobre a articulação do ombro é a principal causa da tendinite do MR. Mas a diminuição da força e massa muscular, bem como a degeneração e a pouca vascularização dos tendões do MR, relacionados ao processo de envelhecimento, também são fatores relevantes. Além dos traumas, já citado acima, outra possível causa da tendinite na região do MR são os osteófitos na porção inferior da articulação acrômio-clavicular, os quais podem ainda causar artrite reumatóide.
A lesão do MR acaba sendo a consequência da SI. Se caracterizam por fases, de acordo com a gravidade:
Fase 1: edema e hemorragia
Fase 2: fibrose e tendinite
Fase 3: ruptura do tendão
A fase 1 é mais comum em jovens, embora qualquer idade está suscetível. Pode haver dor no ombro, na região lateral do braço (músculo deltóide), quando se dão movimentos de elevação repetitivos ou após esforço prolongado. Ainda pode ocorrer limitação de mobilidade e crepitação.
A fase 2 geralmente ocorre entre 25 e 40 anos de idade. Nesta, é possível observar a presença de tendinite, além de fibrose e espessamento da bursa subacromial. A dor caracteriza-se por ser noturna e após atividades. Com a progressão da lesão o tendão do MR pode ser rompido de forma parcial.
A fase 3 se dá normalmente acima dos 40 anos. Observa-se dor contínua, diminuição em diferentes graus da força e da mobilização (elevação, rotação, abdução) decorrente à ruptura total de um ou vários tendões do MR.
A ruptura do MR também pode ser identificada após lesões traumáticas. Porém, o mais corriqueiro se dá em casos de degeneração gradual do próprio MR, podendo ser ruptura parcial ou completa. O tratamento neste caso, normalmente, consiste em repouso articular, aplicação de calor, gelo ou ultra-som. Além de exercícios específicos. Antiinflamatórios podem auxiliar. No caso da SI, o tratamento nas fases iniciais tem indicação de tratamento conservador na maioria dos casos, através de medicação antiinflamatória e fisioterapia.
A intervenção do PILATES tem sido muito indicado por especialistas da área da saúde também como parte do tratamento. O método promove a flexibilidade e a força dos músculos necessários para o equilíbrio muscular. E se houver outras patologias associadas, como instabilidades e retrações, o PILATES também os terão como alvo para evitar lesões secundárias e não prejudicar a recuperação da patologia já instalada. Assim, através da absorção do impacto pelo músculo fortalecido, que iria diretamente à articulação, e pela mobilidade estimulada, o quadro do aluno será estabilizado, melhorando a qualidade de vida. Também é indispensável tratar outras patologias, tais como instabilidades, retrações e desequilíbrios musculares, que possam levar à lesão secundária do manguito. Etretanto, dependendo da lesão, da manifestação e evolução, a cirurgia poderá ser indicada.

March 26th, 2010 by Revista Pilates

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Alongamento aumenta a massa muscular

24/07/2010
Além de não ter contra-indicação, o alongamento não precisa ser feito todos os dias
Um estudo recente comprovou que os exercícios de alongamento, sem uso de carga, aumentam a massa muscular. Desenvolvida pela fisioterapeuta e doutora em plasticidade muscular Eliane Coutinho, na Universidade Federal de São Carlos (UFSCar), a pesquisa a comprovou que o alongamento, mantido durante 60 segundos e com intervalos de 30 segundos, além de aumentarem o comprimento do músculo, também aumentam a área dos músculos.
Segundo Eliane, o músculo consegue gerar uma adaptação plástica permanente com alongamentos lentos.
— O resultado é bem diferente do alongamento feito na academia antes da musculação, chamado de alongamento elástico, que trabalha apenas os componentes elásticos dos músculos e que faz com que o músculo volte a sua forma anterior após os exercícios — explica.
Além de não ter contra-indicação, para um bom resultado, o alongamento não precisa ser feito todos os dias.
— O efeito é o mesmo quando praticado diariamente ou três vezes por semana — afirma a especialista.
Pilates
Por isso, os exercícios de alongamentos, como os utilizados no método de Pilates são indicados para quem quer ter um efeito duradouro da boa forma e para pessoas com encurtamentos musculares pós lesões traumáticas ou neurológicas ou com perda de massa muscular.
— O Pilates, através de alongamentos lentos, promove o alongamento plástico permanente do músculo o que estimula a síntese de proteína que faz com que o músculo aumente sua área. Outra vantagem é que os exercícios de Pilates são funcionais, ou seja, o praticante pode usar no dia a dia o que faz nas aulas e isso ajuda a manter a massa muscular adquirida — relata.
Bem Estar Corpo – 23/07/2010

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Perigo: Salto Alto

04/07/2010

Uso de sapatos altos em excesso pode ser prejudicial

Símbolo de elegância e sensualidade, o salto alto é visto pela maior parte das mulheres como um item imprescindível no guarda-roupa. Seu uso frequente, no entanto, é extremamente prejudicial à postura e ao modo de caminhar daquelas que não dispensam o acessório, cada dia mais adotado por adolescentes – e até crianças.

Um estudo recente desenvolvido na Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (USP) comprova que o salto alto causa danos ao alinhamento postural e ao equilíbrio músculo-articular de meninas ainda em fase de crescimento que não abrem mão de andar nas alturas.

Autora da pesquisa, a fisioterapeuta Patrícia de Oliveira Pezzan analisou a influência do salto alto no corpo e no caminhar de jovens entre 13 e 20 anos. Os resultados mostram que o uso constante, entendido pela pesquisadora como o uso do acessório por pelo menos três vezes por semana por mais de quatro horas consecutivas, durante um ano, compromete a fase de crescimento ósseo e muscular e desencadeia alterações que, se não forem tratadas, podem resultar em lombalgias crônicas, dores no quadril que irradiam para outras partes do corpo e até limitações de movimentos.

De acordo com a fisioterapeuta, o uso abusivo do salto alto causa prejuízos em qualquer idade, mas, na adolescência, o hábito provoca danos precoces em uma fase importante: a da formação do corpo.

– Analisamos 50 meninas que não eram usuárias de salto alto e 50 garotas que têm o costume de usá-lo. Jovens que não dispensam esse tipo de calçado apresentaram aumento da lordose lombar (curva acentuada na base da coluna), aproximação dos joelhos e afastamento dos pés, o que deixa as pernas em formato de X – explica a fisioterapeuta.

A especialista observa que o salto alto eleva o calcanhar e projeta o corpo para a frente, mexendo com o equilíbrio e o centro de gravidade da adolescente. Para não cair, a usuária tem de compensar. Esses fatores compensatórios alteram a postura, desencadeando a hiperlordose lombar e a rotação anterior da bacia, também conhecida como bumbum empinado.

– Com o desalinhamento corporal, as articulações e os músculos sofrem grande estresse. Ao longo do tempo, movimentos desarmônicos e problemas crônicos se impõem, caso não seja feito um tratamento de reabilitação. As meninas podem não sentir dor no auge da juventude, mas ela chega – assegura.

Donna Saúde  |  07/06/2010

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Pilates no Tratamento e Prevenção da Síndrome do Piriforme e dor Ciática

21/06/2010

A Síndrome do Piriforme é uma irritação do nervo ciático devido à sua compressão pelo músculo piriforme na sua saída da pelve para a região glútea. O nervo ciático passa debaixo do piriforme, mas em algumas pessoas ele passa através dele, aumentando a probabilidade para ocorrer a síndrome. Se esse músculo, sofrer uma tensão, espasmo, encurtamento ou hipertrofia, o nervo ciático poderá ser comprometido. Entretanto, deve-se ficar alerta para o fato de que o desequilíbrio pélvico pode ser responsável por um desequilíbrio entre os rotadores internos e externos.
O piriforme é um pequeno e profundo músculo em forma de pêra que se origina na superfície pélvica do sacro (porção final da coluna) e conecta-se no trocanter maior do fêmur (osso da coxa). Sua principal função é promover a rotação externa da coxa ou mover a mesma lateralmente, função estas, realizadas com o auxílio de outros cinco músculos localizados na parte profunda do quadril, sob os glúteos. São os músculos rotadores.
O nervo ciático é o maior nervo do corpo, emerge da pelve em direção à região posterior da coxa e passa por entre esses músculos rotadores.
A síndrome do piriforme causa dor profunda na superfície posterior do quadril e nádega, dormência e formigamento em direção às pernas e lombalgia.
O paciente pode apresentar aumento da dor ao caminhar, correr, aos movimentos de rotação lateral do quadril, durante os movimentos de sentar e levantar, ao ficar em pé.
É comum em esportes que envolvem corrida, mudança de direção ou descarga de peso excessiva. Corrida em terrenos duros ou irregulares, subir escadas, atividades que exijam muito agachamento e uso de calçados inapropriados para o tipo de pisada ou gastos demais também podem auxiliar no desenvolvimento da dor. O excesso de exercícios que enfocam os glúteos conduz a um aumento rápido e exagerado dos glúteos podendo causar compressão do nervo ciático e inflamação (neurite).
Ficar sentado por longos períodos, principalmente com a coxa em rotação externa diminui o fluxo sanguíneo para a região do músculo e altera a fisiologia do piriforme (e dos músculos próximos à ele também) provocando o encurtamento. A falta de alongamento irá contribuir para que a musculatura envolvida tencione ainda mais e piore os sintomas.
O tratamento pode abranger medicamentos analgésicos, antiinflamatórios e relaxantes musculares sob prescrição médica, injeção local de anestésicos e corticosteróides, repouso, cirurgias nos casos mais graves e sem melhora com tratamento clínico por período prolongado.
O PILATES pode agir tanto na prevenção como no tratamento desta síndrome.
A prevenção pode ser feita através de um programa de exercícios individualizados que envolvem, sobretudo, alongamentos dos músculos glúteos, rotadores internos e externos do quadril; mobilização de quadril e membros inferiores.
Já a ação do PILATES no auxílio do tratamento desta síndrome, trata-se de uma reabilitação com o objetivo de permitir o retorno ao esporte e as atividades da vida diária de forma segura e efetiva. São focados os movimentos, força e flexibilidade dos membros inferiores, exercícios de transferências e que simulam o caminhar, o trote, a corrida, mudanças de direções e saltos; sempre adaptados à individualidade do indivíduo, objetivo, e no caso de atletas e esportistas, à especificidade da modalidade.
Fonte: Revista Pilates – online

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Quando as emoções adoecem

01/06/2010

Para os chineses não existe uma doença, mas sim um doente que necessita de tratamento para equilibrá-lo. Na Medicina Chinesa, o ser humano é um sistema equilibrado e integrado entre corpo, mente e espírito. Cada uma das partes age sobre as demais, modificando-as para melhorar sua saúde ou, ao contrário, para causar doenças. O Sistema Nervoso Central recebe todos os estímulos externos. Estes são armazenados na memória, local cujas experiências positivas e negativas podem provocar emoções boas ou ruins. A vida intra-uterina também é um meio onde se vivencia vários tipos de emoções. Além disto, experiências como o nascimento, a infância, a adolescência, a vida adulta, o declínio da juventude, a menopausa e a andropausa também ficam armazenados na memória. É esta bagagem que rege o indivíduo de forma geral. A mente possui outra característica: tudo o que se imagina pode torna-se realidade. Ao imaginar-se doente, fica-se doente. Ao ver-se feio, torna-se feio. Com o tempo, começam a aparecer as doenças.

O indivíduo expressa no corpo e na mente as insatisfações de sua vida. Problemas na pele, disfunções alimentares, baixa auto-estima, ansiedade, angústia, tristeza e depressão são algumas das doenças causadas pelo pensamento destrutivo. A acupuntura é uma das formas de tratamento da Medicina Chinesa utilizada para equilibrar e harmonizar a energia perdida na doença. Seu objetivo é equilibrar as emoções e, consequentemente, aumentar a auto- estima, a qualidade de vida e a saúde do indivíduo. Valorizar-se, cuidar de si mesmo, admirar-se é um sentimento positivo. Por isso, é fundamental o respeito à percepção corporal, mental e espiritual. E este é um dos objetivos da Medicina Chinesa.

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10 benefícios da caminhada

24/05/2010

Conheça os 10 benefícios da caminhada:
1. MAIS AMIGOS
A caminhada é um excelente exercício para manter as pessoas saudáveis e integradas na sociedade. Ajuda as pessoas a terem mais amigos! A caminhada é também um excelente exercício para atingir um condicionamento físico saudável. Na caminhada, os riscos de lesões ortopédicas e cardiovasculares são mínimos em comparação a outras atividades.

2. AUXILIA NO CONTROLE DO COLESTEROL
A caminhada é uma atividade que emagrece, proporciona condicionamento cardiovascular e fortalece membros inferiores, além de reduzir as taxas de colesterol ruim (LDL e o VLDL) e aumentar o colesterol bom (HDL).

3. AUXILIA NO CONTROLE AO DIABETES
A caminhada é a atividade física mais indicada para o diabético, que deve praticá-la de três a quatro vezes por semana por, pelo menos, meia hora. A principal dica é usar tênis confortável e caminhar em local plano, sem buracos e bem ventilado. Já foi demonstrado em muitos estudos que a realização de exercícios reduz os níveis de glicose e melhora a ação da insulina. Essas ações reduzem a necessidade de medicamentos orais e a dose de insulina a ser aplicada. Além disso, o exercício queima calorias, o que ajuda no controle de peso e melhora o humor, ajudando a enfrentar os problemas da doença.

4. É BOM PARA O CORAÇÃO!
Como é uma atividade aeróbia, provoca a oxigenação cerebral e, se realizada rotineiramente, é capaz de liberar endorfinas – os hormônios que tranqüilizam e dão a sensação de bem-estar. A lista de doenças que a caminhada ajuda a evitar é imensa: acidente vascular cerebral, depressão, ansiedade, osteoporose, artrose, obesidade, diabetes “mellitus”, câncer de intestino e até intestino preguiçoso.

5. AUXILIA NA PREVENÇÃO À OSTEOPOROSE
Exercícios com suporte de peso (mesmo que o peso seja o seu próprio corpo) tais como caminhadas, exercícios aeróbicos, tênis e jogging são essenciais para o paciente com osteoporose.

6. OSSOS MAIS FORTES
Assim como os músculos, os ossos se tornam mais fortes com as atividades físicas. Os melhores exercícios para os ossos são os exercícios de sustentação do peso, que forçam a pessoa a trabalhar contra a gravidade. Esses exercícios incluem a caminhada, corrida, subir degraus, musculação e dança.

7. MAIS VITALIDADE
A caminhada regular, desde que bem orientada, traz ao praticante uma série de benefícios como:
-    Melhor estabilidade articular;
-    Aumento de massa óssea;
-    Aumento da taxa de hormônio do crescimento;
-    Diminuição da freqüência cardíaca de repouso;
-    Diminuição da pressão arterial;
-    Melhor utilização da insulina;
-    Controle da obesidade;
-    Diminuição do risco de varizes;
-    Diminuição do risco de derrame cerebral;
-    Diminuição do risco de arteriosclerose;
-    Diminuição do risco de lombalgia;
-    Aumento da força;
-    Aumento da flexibilidade;
-    Aumento da resistência aeróbica;
-    Aumento da resistência anaeróbica;
-    Facilitação da correção de vícios posturais;
-    Aceleração da recuperação de várias cirurgias;
-    Melhora da qualidade do período gestacional;
-    Facilitação do parto normal;
-    Facilitação da mecânica respiratória;

8. AUMENTA A EFICIÊNCIA DO SISTEMA IMUNOLÓGICO

9. DIMINUI O ESTRESSE E COMBATE A DEPRESSÃO
A caminhada ajuda no tratamento de distúrbios psicológicos. Caminhar por 30 minutos, três vezes por semana, pode ser tão eficiente no tratamento de depressão aguda quanto a utilização de medicamentos.

10. CAMINHAR EMAGRECE!
O excesso de peso pode aumentar o risco para doenças cardiovasculares na medida em que aumentam suas chances de desenvolver hipertensão (pressão elevada), níveis elevados do “mau colesterol” e diabetes. A caminhada pode ajudar – e muito – a alcançar o peso ideal para manter a saúde.

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Caminhar faz bem

25/04/2010

 

Muitas pessoas têm o hábito de caminhar, outras caminham apenas nos meses que antecedem o verão. Há ainda aquelas que nem se preocupam em fazer exercícios. Mas saiba que a caminhada é uma das melhores atividades físicas e deveria ser praticada diariamente, pois faz muito bem à saúde.

Se você nunca experimentou, por que não começar agora? Ainda há tempo. Corra para o guarda-roupa, vista algo bem leve e procure caminhar num local gostoso e tranqüilo.

A caminhada é um exercício aeróbico muito simples, que não exige equipamentos, roupas ou locais específicos, apenas um calçado adequado para não causar lesões. Pode ser feita por qualquer pessoa, independente de sexo ou idade.

É um dos exercícios mais indicados para adultos, especialmente idosos e portadores de doenças cardíacas e metabólicas, como diabetes, osteoporose, obesidade e colesterol alto, e além disso tudo, é uma maneira segura de fortalecer a musculatura de maneira global, pois o risco de lesões é muito baixa.

Ela também ajuda no tratamento de distúrbios psicológicos. Caminhar ou correr 30 minutos, três vezes por semana, pode ser tão eficiente no tratamento de depressão aguda quanto a utilização de medicamentos.

No entanto, é preciso tomar alguns cuidados para que a caminhada seja eficiente: o ritmo é individual, mas é preciso ser constante e mais acelerado, aumentando a freqüência cardíaca. Procure contar os batimentos do pulso antes, durante e depois da caminhada. O ideal é praticar entre 65% a 85% da Freqüência Cardíaca Máxima, que corresponde a 220 menos a idade da pessoa.

Começar sempre devagar, caminhando por 20 minutos, três vezes por semana, e fazer um alongamento simples, principalmente dos membros superiores e inferiores, antes e depois da caminhada são fundamentais. Não pratique exercícios em jejum e beba água antes, durante e depois da prática. E evite andar e parar, como se estivesse passeando. Mantenha o ritmo.

Quando o percurso estiver fácil e o aumento do tempo de caminhada já não estiver sendo sobrecarga, é sinal de que você conseguiu um bom condicionamento físico. Somente nesse momento é adequado passar para o jogging ou corridas.

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